A Semog fechou o ciclo 2026/27 em 5º lugar entre mais de 3.500 administradoras que usam a Superlógica. Com esse resultado, ocupa uma cadeira no G20 Condo pelo terceiro ciclo consecutivo.

Cinco entre mais de três mil e quinhentas é o topo 0,15% da base. E não foi uma vez: é a terceira seguida.

Como foi o Superlógica Next 2026.

O Next 2026, por dentro

O anúncio aconteceu no palco do Superlógica Next 2026, nos dias 24 e 25 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo. O tema do ano foi "Gestão de propriedade na era da inteligência artificial" — automação de rotina, dados em tempo real e o que muda no dia a dia de quem administra prédio quando a máquina assume o repetitivo.

O primeiro dia é fechado: só administradoras e imobiliárias parceiras. É onde se discute o que ninguém publica — número de carteira, gargalo de processo, o que funcionou e o que não funcionou em cada operação. O segundo dia abre para o mercado inteiro, com palestras e cases no palco principal.

E é nesse palco, diante do setor todo, que a Superlógica chama os nomes do G20. Não vem por e-mail nem sai numa planilha: é anunciado ali, ao vivo.

O que é o G20 Condo

O G20 Condo é o supercomitê formado pelas 20 administradoras de condomínios com melhor performance entre os clientes da Superlógica — o principal ERP do mercado condominial brasileiro, com mais de 130 mil condomínios na plataforma.

O grupo sai do Ranking Top 200, que pontua a base inteira de administradoras todo mês. Ou seja: a corrida não é um evento anual, é um placar que roda o ano inteiro. Os vinte primeiros do acumulado formam o G20, anunciado uma vez por ano, no Next. É a evolução do antigo G10 — o comitê dobrou de tamanho conforme o ecossistema cresceu.

Representantes das administradoras do G20 Condo reunidas no palco do Superlógica Next 2026
As vinte administradoras do G20 Condo reunidas no palco do Next.

Entre as mais de 3.500 administradoras que usam a plataforma, vinte sentam nessa mesa. A Semog é uma delas pelo terceiro ciclo.

O que coloca uma administradora nesse grupo

Três coisas: crescimento consistente da carteira, escala e uso profundo da plataforma.

As duas primeiras se explicam sozinhas — é preciso ganhar condomínios, mantê-los e chegar a um volume que sustente estrutura. A terceira é a mais interessante, porque é a que o morador sente.

Dá para usar um ERP condominial só para emitir boleto e fechar o mês. É o uso mínimo, e é o mais comum do mercado. A Semog usa a plataforma inteira: cobrança automatizada, régua de inadimplência, prestação de contas digital, aplicativo do morador e portal do síndico. Cada módulo em pé tira uma tarefa da fila do telefone e devolve autonomia a quem mora ali.

Na prática, o que o condômino ganha com isso:

  • Segunda via de boleto no celular, a qualquer hora, sem depender de ninguém.
  • Reserva de área comum pelo aplicativo, com a agenda visível para todo mundo.
  • Prestação de contas aberta o ano inteiro, e não um PDF que aparece na véspera da assembleia.
  • Cobrança em régua, com aviso antes do vencimento em vez de surpresa depois.
  • Portal do síndico, onde ele acompanha o condomínio sem precisar pedir relatório por WhatsApp.

É a diferença entre uma administração completa e um serviço de emissão de boletos.

Três ciclos seguidos

A Semog entrou no G20 no ciclo 2024/25, em 3º lugar. Ficou em no ciclo 2025/26. E repete o agora, em 2026/27.

Estar lá uma vez pode ser um ano bom. Três ciclos consecutivos é outra coisa: significa que a carteira cresceu sem que o atendimento quebrasse no caminho. Quando uma administradora cresce sem processo por trás, o efeito aparece rápido e sempre no mesmo lugar — balancete que atrasa, boleto com valor errado, telefone que ninguém atende. Manter posição por três ciclos é evidência de que equipe, rotina e sistema acompanharam o crescimento.

Time da Semog diante do painel do Superlógica Next 2026, com a chamada "O futuro bate à porta"
A Semog no Distrito Anhembi, em São Paulo.

O que a Semog leva do Next

Além da posição, o tema: gestão de propriedade na era da inteligência artificial. Automatizar o repetitivo — conciliação, cobrança, prestação de contas — para sobrar gente onde só gente resolve: assembleia difícil, obra complicada, conflito entre vizinhos.

São 35 anos, mais de 650 condomínios e mais de 70 mil clientes em Pernambuco, Paraíba e Pará. Auxiliamos em toda a operação; a administração continua nas mãos do síndico.

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